Thursday, December 21, 2006

Molho de Salada (pre-natal)

Como não é uma tradição familiar aí vai a receita do molho:

Para 300ml de molho.

- 75g de Queijo Roquefort
- 1 colher de sopa de suco de limão
- 1 dente de alho picado
- 150ml de Iogurte natural (daqueles mais firminhos)
- 4 colheres de sopa de vinagre
- 2 colheres de salsinha picada.

Bata tudo no liquidificador ate ficar cremoso. É isso...

Thursday, December 14, 2006

Brasília a nossa Pasárgada....



Caso este valor se concretize não falo mais sobre política! Que se foda! Quem for amigo do rei que fique com esta merda! Um último salve para os seguintes canalhas, alguns antigos camaradas:

Aldo Rebelo (PC do B-SP)Renan Calheiros (PMDB-AL)Ciro Nogueira (PP-PI)Jorge Alberto (PMDB-SE)Luciano Castro (PL-RR)José Múcio (PTB-PE)Wilson Santiago (PMDB-PB)Miro Teixeira (PDT-RJ)Sandra Rosado (PSB-RN)Coubert Martins (PPS-BA)Bismarck Maia (PSDB-CE)Rodrigo Maia (PFL-RJ)José Carlos Aleluia (PFL-BA)Sandro Mabel (PL-GO)Givaldo Carimbão (PSB-AL)Arlindo Chinaglia (PT-SP)Inácio Arruda (PC do B-CE)Carlos Willian (PTC-MG)Mário Heringer (PDT-MG)Inocêncio Oliveira (PL-PE)Demóstenes Torres (PFL-GO)Efraim Moraes (PFL-PB)Tião Viana (PT-AC)Ney Suassuna (PMDB-PB)Benedito de Lira (PL-AL)Ideli Salvatti (PT-SC)

Todos Canalhas...

Monday, December 11, 2006

Se fué... que te jodas en el infierno!



O inferno está em festa! O Tinhoso exulta de alegria na recepção de seu filho ilustre! No domingo último, dia 10 de dezembro – por ironia, dia dos direitos humanos! – morreu uma das figuras mais nefastas que já pisou na América Latina, Augusto Pinochet.
Pena que tenha ido cedo demais, sem ter pago aqui os crimes cometidos contra o povo da América Latina.
Pinochet tomou o poder em um golpe de Estado contra o governo democraticamente eleito do socialista Salvador Allende, que resistiu, de arma em punho, dentro do Palácio de La Moneda, contra ataques por terra e por ar dos golpistas das forças armadas.
Num dos episódios mais escabrosos do século XX na América Latina, confinou seus opositores no Estádio Nacional, naquele 11 de setembro de 1973; detidos, julgados e, alguns, executados sumariamente. Ao longo dos anos de chumbo chilenos 3.000 opositores ao regime foram mortos ou desapareceram.
Além disso, Pinochet foi um dos articuladores da Operação Condor, associação dos regimes ditatoriais do Cone Sul, cujo objetivo era caçar e eliminar os opositores desses regimes, sempre com apoio financeiro e adestramento dos EUA.
O Chile pinochetista foi a ponta de lança do programa econômico neoliberal na América Latina. A ortodoxia de sua política de privatizações e abertura ao capital internacional seriam a receita milagrosa para livrar o continente latinoamericano de sua miséria crônica, ainda que ao custo de algumas milhares de vidas.
Toda essa propaganda que temos sido obrigados a engolir de domingo para cá de nossa imprensa nativa - Globo, Estado, Folha, Abril - sobre o lado bom da ditadura de Pinochet, com seus “ajustes modernizadores” na economia chilena, vão acabar me dando uma úlcera! Esse mesmo Chile, cujo papel na economia mundial resume-se a exportador de commodities – cobre – e, vá lá, um vinhozinho bem razoável. Mesmo depois desses ditos “ajustes”, quase 20% da população chilena vive abaixo da linha da pobreza ou em condição de miséria, só ficando à frente do Brasil no ranking da desigualdade social na América do Sul.
Uma discussão totalmente ideológica, criando esse discurso para encobrir os crimes cometidos no Chile em nome da “liberdade” e da economia de mercado, apoiados ou patrocinados pelo Grande Irmão do Norte, não conseguem esconder a verdadeira face daqueles tempos no Chile. As imagens da população chilena comemorando nas ruas dizem tudo.

Jóia do desenho industrial


Algumas informações básicas sobre essa jóia do desenho industrial.
Comemorando os acontencimentos do fim de semana, acima a foto do Salvador Allende fazendo uso de um AK.

“A AK-47 (Avtomat Kalashnikov model 1947), é um rifle de assalto de calibre 7.62 mm criado em 1947 por Mikhail Kalashnikov e produzido por uma indústria russa chamada IZH. Este rifle teve seu uso popularizado por muitas nações na Guerra Fria, mas ainda é largamente utilizada em muitos países, inclusive no Brasil.
A título de curiosidade, o próprio Kalashnikov – na época do regime soviético – não teve direito a receber sequer um centavo em royalties sobre a venda do rifle que leva seu nome; este foi reproduzido em inúmeros países do bloco comunista e tem sido louvado por especialistas por sua praticidade (não requer mais de um minuto para ser armado por um soldado com prática) e resistência a água, areia e lama, bem como por sua manutenção fácil. Pesa, em média, 4,3 kg (sem o carregador de munição), tem um raio de ação útil superior a 1,5 km e é capaz de disparar até 600 tiros/minuto, velocidade inicial do projétil: 721 m/s e usa munição calibre 7.62 de cartucho curto (padrão russo).”

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Monday, December 04, 2006

Iluminado?

Mais um lançamento imobiliário extraído do Blog do Mino Carta, pra exercermos nossa vingança contra a patética elite paulistana, esse bando de italianos ignorantes que vieram colher café e se fingem ter sangue azul, pra ver se os quatrocentões os aceitam. As classes média e alta de São Paulo são de dar pena!


Iluminado?

Na busca sôfrega dos anúncios de vivendas mirabolantes que aos sábados enriquecem o Estadão, tropecei nas magnificências de um edifício batizado Iluminatto. O nome sai em corpo retumbante, o maior possível. Mal grafado, em italiano iluminatto não quer dizer coisa alguma. Se a intenção é dizer iluminado na língua de Dante, é preciso escrever illuminato. Dois eles antes, um te depois. Procuro os tais anúncios para estudar os anseios de luxo e riqueza da sociedade nativa, alta e média. São um espelho perfeito. Inclusive, em termos de kitsch pós-moderno e de pretensão cultural, digamos assim. Notei, contudo, não sem satisfação, que o Edifício Plaza Mayor, anunciado há uma semana como inspirado na mais bonita praça de Milão, agora declara inspiração nas mais bonitas praças do mundo. É um avanço.

Extraído do Blogo do Mino Carta de 04/12/2006